Armou-se com um taco de sinuca para agredir um homem no estabelecimento, junto com um amigo
Luan Vítor Silva, 31 anos, foi apresentado no plantão policial de Araçatuba (SP) na manhã desta terça-feira (14), para cumprimento à mandado de prisão por condenação por lesão corporal e furto de um revólver, crimes cometidos em junho de 2021, em Pereira Barreto.
A vítima é o dono de um bar no assentamento Frei Pedro e a pena é 3 anos, 11 meses e 14 dias de reclusão no regime fechado pelo furto da arma e mais 8 meses e 20 dias de detenção pela lesão corporal.
Segundo a denúncia, na noite de 24 de junho de 2021, um amigo de Silva teve uma discussão com outro homem que estava no bar. Diante disso, o réu teria se armado com um taco de sinuca e passado a agredir a vítima com o objeto e também com socos e chutes.
O comerciante decidiu intervir em favor da vítima que era agredida e, para isso, correu até à casa dele, ao lado do bar, e buscou um revólver. Quando retornou, a vítima das agressões havia conseguido fugir.
Tiros
Entretanto, Silva estaria escondido atrás de um veículo, deu uma rasteira no comerciante e o derrubou. Ele e o amigo teriam partido para cima da vítima, teve início uma disputa pela arma e aconteceu um primeiro disparo, que não atingiu ninguém.
Porém, o réu teria conseguido pegar o revólver e feito um disparo em direção à vítima, mas não a atingiu. Enquanto o comerciante fugia, ele teria feito mais dois disparos, que não o atingiram.
Ainda de acordo com a denúncia, na tentativa de fuga a vítima tropeçou e caiu e passou a ser agredida pelo amigo de Silva, enquanto o réu correu em direção ao carro dele, ainda de posse da arma, tendo feito mais disparos para o alto, gritando: “você perdeu a arma”.
O comerciante conseguiu correr para a casa dele, enquanto Silva e o amigo dele fugiram com o carro, levando o revólver. Eles foram denunciados por homicídio tentado e pelo furto da arma, mas durante o processo, o crime foi desclassificado para lesão corporal.
Condenado
Silva foi condenado a 3 anos, 11 meses e 14 dias de reclusão pelo furto da arma e a mais 8 meses e 20 dias de detenção pela lesão. Já o amigo dele foi condenando a 4 meses de detenção no regime semiaberto pela lesão corporal.
A sentença em primeira instância foi proferida em dezembro de 2023, houve recurso e a decisão foi mantida. O mandado de prisão de Silva foi expedido neste mês de abril e ele foi apresentado pelo advogado Jair Moura, para cumprimento dos 8 meses e 20 dias de prisão, referentes à pena remanescente.
Por Agência Trio Notícias



