O processo seguirá em tramitação, e ele responderá às acusações em liberdade. A investigação continua sob responsabilidade da Polícia Civil
O homem, de 50 anos, preso em flagrante por suspeita de estuprar uma acompanhante em um motel de Araçatuba foi colocado em liberdade nesta quarta-feira (29), após passar por audiência de custódia. A Justiça decidiu que ele responderá ao processo em liberdade, mediante as medidas cautelares que forem fixadas no andamento da ação.
A prisão havia ocorrido na noite de terça-feira (28), após a vítima procurar a Polícia Militar e denunciar ter sido violentada durante um programa em um motel da cidade.
Segundo o boletim de ocorrência, a mulher relatou que foi contratada por meio de uma plataforma de acompanhantes e acertou um programa no valor de R$ 400, pago antecipadamente via Pix. Ela informou que se encontrou com o cliente em um motel de Araçatuba.
De acordo com o registro policial, após o início do encontro, o homem teria passado a agir de forma violenta, imobilizando a vítima e a obrigando, mediante violência física, a manter relação sexual sem o seu consentimento e sem o uso de preservativo.
A mulher contou ainda que, depois da violência, tentou deixar o quarto, mas foi impedida pelo suspeito. Em determinado momento, conseguiu fugir, escondeu-se nas dependências do motel e acionou a Polícia Militar.
Com base no comprovante da transferência via Pix utilizada para o pagamento do programa, os policiais identificaram o suspeito e localizaram o endereço dele. Conforme o boletim de ocorrência, durante a abordagem foram apreendidos um telefone celular, duas facas e parte de um comprimido de medicamento para disfunção erétil.
O delegado de plantão ratificou a prisão em flagrante pelo crime de estupro, e o investigado foi encaminhado à cadeia pública.
Na manhã desta quarta-feira, entretanto, durante a audiência de custódia, a Justiça decidiu conceder liberdade ao investigado. O processo seguirá em tramitação, e ele responderá às acusações em liberdade. A investigação continua sob responsabilidade da Polícia Civil.
Por Vitor Moretti



